Leite é retirado do mercado por excesso de sangue e toxinas

O Procon carioca suspendeu, de forma preventiva, a venda do leite da marca Elegê na cidade, após denúncias de consumidores que se sentiram mal ingerindo o produto.

“Quanto aos riscos à saúde e à segurança, foi constatada não conformidade no produto em razão da presença de traços de formaldeído (formol), o que poderá gerar riscos à saúde e à segurança dos consumidores” também nas seguintes marcas: leite Parmalat, com numeração de lote não sequencial compreendida entre os intervalos L11D00S1 a L11F23S1. E leite Líder colocadas no mercado com numeração de lote compreendida entre os intervalos A LOB 11, B LOB 9, C LOB 17, D LOB 04, A LOB 12, B LOB 19, C LOB 18 e D LOB 14.

Nós últimos anos, as pesquisas relacionadas aos benefícios ou malefícios do consumo de leite de vaca pelo ser humano cresceu exageradamente.  Em Portugal, o nutricionista Nuno Velho Cabral afirmou em uma entrevista à Agência Lusa que “Contrariamente ao que foi apregoado durante muitos anos, as evidências científicas têm vindo a confirmar que, realmente, existem malefícios associados à ingestão de leite“.

Na Universidade de Harvard, David Ludwig, que é médico e doutor especializado em nutrição, publicou diversos artigos científicos em que assegura que os seres humanos não têm nenhuma exigência nutricional de consumo de leite animal.

Segundos os médicos e nutricionistas, o leite materno é o único que tem os níveis de proteína, cálcio e outros elementos essenciais à saúde na proporção correta.

O leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. (O leite da vaca pode conter resíduos de tudo o que a vaca come… inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares. Devido a produção massiva de leite sem descanso as vacas ganham feridas que produz o pus e o sangue.

No Brasil é permitido, por lei, até 1 milhão de célula de pus por litro de leite. Segundo a escritora Sônia Felipe, o leite em caixinha produzido no Brasil ocorre de forma industrializada somente para mascarar as contaminações do leite causadas pelo sangue e pelo pus dos animais que sofrem com inflamações nos mamilos e nos cascos. Além disso, esses animais não são alimentados da forma correta. A alimentação regrada de restos de outros animais, grãos, pesticidas e antibióticos são passados para o leite durante a digestão da vaca.

Ainda segundo Sônia Felipe, pós-doutorada em Bioética,  o leite de vaca não é bem digerido pelo organismo humano por questões biológicas. Como grande parte dos seres humanos já não produzem a enzima que permite digerir o açúcar do leite, a lactose, as pessoas sofrem com sérias disfunções digestivas.

Segundo a evidência, existe um aumento do risco de câncer da próstata,  pode causar resistência à insulina, que pode levar à diabetes, hipertensão, obesidade abdominal, síndrome do ovário policístico, câncer de mama e acne, tudo isso por causa dos laticínios que aumentam muito a liberação de insulina (hormônio que leva glicose para dentro da célula) pelo pâncreas.

No mais, a pasteurização do leite, processo que mata as bactérias nocivas, também elimina grande parte das propriedades nutritivas do leite. Ou seja, essa história de que o leite de vaca tem mais cálcio não é verdade.

Fonte: Canalmaisvistas

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