Cliente processa Burger King por achar carne em hambúrguer sem carne

Um cliente chamado Phillip Williams abriu um processo contra o Burger King no estado norte-americano de Atlanta. Ele diz que pediu o Impossible Whopper em um drive-thru quando constatou que o hambúrguer de planta era preparado na mesma grelha que os hambúrgueres de carne.

O hambúrguer em questão é o Impossible Whopper, um recém-lançado lanche de carne artificial feita a partir de plantas, produzido pela empresa Impossible Burgers. No Brasil, o sanduíche é vendido com o nome de Rebel Whopper.

Ao receber o pedido, o norte-americano constatou que havia “vestígios de carne” no lanche pelo uso da grelha comum, e que a prática seria comum em outras lanchonetes da rede. Williams abriu um processo de classe pedindo reparação a todas as pessoas que compraram um dos lanches “veganos” do restaurante nos EUA.

O Burger King informa em seu site oficial que, embora o Impossible Burger seja “0% carne”, o preparo é feito separadamente apenas se o consumidor pedir. Do contrário, a mesma grelha dos hambúrgueres de carne é usada para o lanche vegano.

Williams pede no processo que, além de pagar uma reparação financeira por danos morais, a empresa seja obrigada judicialmente a fazer uma “ampla divulgação” sobre o modo de preparo dos lanches de hambúrguer vegetal.

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Fonte: Yahoo

Imagem: Foto: Drew Angerer/Getty Images

2 comentários em “Cliente processa Burger King por achar carne em hambúrguer sem carne

  • 10 de setembro de 2020 em 13:36
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    Pois é. Uma das vantagens dos veganos que compram, preparam e degustam suas refeições, é que eles sabem exatamente que a panela, os talheres, o fogão, o prato e a toalha da mesa são veganos também, nenhum tiquinho de pedaços de um pobre cadáver profanando seu almoço, a não ser claro, a preocupação e o sentimento de se pensar nos animais inocentes que estão morrendo ininterruptamente, 24 horas dos 7 dias da semana por conta desse mundo mau. Restaurantes e lanchonetes que “fazem média” com veganos e não veganos, desejando agradar a gregos e troianos para o dim dim não faltar no Caixa, não podem se esmerar muito em separar utensílios, tigelas, frigideiras e grelhas especiais para uns e outros, não tem como. Ou o fregues pesquisa por casas especializadas de alimentação vegana ou se sujeita a degustar sua comida vegana acompanhada, no mínimo, dos odores de tripas e vísceras animais mas melhor ainda, se decidir a preparar suas próprias refeições,descobrindo nesse mister, um prazer novo de criar, adaptar e provar sua comida sem grilos na cuca, saboreando cada garfada de puro deleite e felicidade, sem que nenhum animal precisasse sofrer e morrer por causa disso. Agora, cá pra nós, hein, processar foi um pouco demais porque prejudicou sua própria digestão e o sono dos responsáveis, e ainda teve um baita trabalho de provar que os resíduos eram de um animal específico que ele não deveria estar comendo, por motivos óbvios, ainda que fosse um pedacinho só. Que é isso, gente boa, a não ser fosse uma perninha ou asa de barata encontrada no lanche, se estressou além da conta, quando poderia estar usando essa energia toda, por exemplo, para as campanhas sobre o veganismo, suando a camisa e botando a boca no trombone se a causa valesse realmente a pena. Mas lá na terra dos gringos se processa por qualquer coisa mesmo, mas tem gente que aproveita e desce o sarrafo, Aff Maria.

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